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Como estabelecer, controlar e divulgar uma meta?

Metas e objetivos são necessários em qualquer negócio, saber como conduzi-los é a chave do sucesso.
08/08/2019

Entre as coisas que muitas empresas não sabem realizar de forma simples e que reflete diretamente nos resultados estão, o estabelecimento, o controle e a divulgação das metas a serem atingidas num determinado espaço de tempo.

Dessa forma, parece que estabelecer uma meta, na realidade acaba se tornando algo que nunca vai ser alcançado e, portanto, não deve ser mais praticado, por parecer algo errado ou mesmo uma perda de tempo.

Muitas vezes, além das metas parecerem uma obrigação declarada para as equipes de venda, ou mesmo aos colaboradores em geral, ela tem o poder de trazer certo constrangimento aos funcionário que “vestem a camisa” das metas, perante ao outros. Principalmente quando as metas não estão atreladas à remuneração por desempenho, que pode ser considerada uma prática onde o empreendedor resolve “premiar” ao invés de pagar.

E quando não existe um planejamento adequado de metas, algo pior pode acontecer: o desenvolvimento de metas opostas. Revelando a todos que trabalham no local como a empresa é desorganizada na sua gestão, gerando ainda mais constrangimento para quem trabalha as metas, ou seja, os colaboradores.


O que são metas opostas?

Metas opostas são aquelas que revelam como a empresa está se comportando de modo errado por dentro. Às vezes as opiniões opostas de sócios, ou então o direcionamento errado de um gestor que não ouve as pessoas que estão à sua volta, podem ser um problema agravante desse processo.

Mas tudo se resume a metas que se auto-anulam, ou metas que apontam para lugares diferentes ou até opostos. Um exemplo: uma empresa que fornece água quer aumentar as suas vendas e resolve aumentar produção, porém continua sem aumentar a quantidade de compra ou fabricação de embalagens. Ou seja, sem a quantidade necessária de embalagens fica impossível vender mais água.

Isso pode gerar uma grande perda na lucratividade, desalinhamento dos colaboradores, queda do fluxo de caixa, de receita e aumentos de custos, além de vários problemas emocionais dentro da empresa.

E a causa de tudo isso é muito simples: basta entender e analisar a estrutura das metas que são estabelecidas, por meio do entendimento das estruturas de uma meta.


Afinal de contas, o que é a estrutura de uma meta?

Independente de qual objetivo você tenha, ele sempre precisa vir acompanhado de um valor e de um prazo. Por exemplo, se o seu objetivo é de lucrar mais, ele deve vir acompanhado de um valor, de 10 a 15%, e o tempo, até o final do ano.

Mas como você tem certeza que esta é uma meta que pode ser alcançada, por mais desafiadora que seja?

Simples, o ideal é não “chutar a meta” e sim utilizar dados históricos da empresa, a leitura do cenário atual por meio dos mais diversos indicadores e realizar uma análise detalhada das metas da empresa.

Afinal de contas, para não precisar frustrar ninguém, as metas devem ser desafiadoras, mas não impossíveis: algo que pode ser resolvido com a colocação dos colaboradores na elaboração de cada uma das metas da empresa, mas sem aquele pensamento que colaboradores querem trabalhar pouco. Essa prática pode engaja-los a cumprirem o que foi estabelecido por eles mesmo, sem ser desumano ou mesmo fantasioso.

Por fim, não esqueça de envolver todas as pessoas que contribuem com uma meta para comunicar os métodos utilizados para que ela seja alcançada, além de realizar algumas reuniões semanais para controlar os resultados, corrigir os desvios, e sempre ir atrás de resultados melhores do que os esperados.

Depois, lembre-se também de compartilhar esses resultados com todos os envolvidos, se a meta foi alcançada, se não foi, e quais os próximos passos.

Essa é uma prática onde deixar tudo às claras une os colaboradores com a empresa, revelando a todos que não estão sendo enganados e muito menos que a empresa está abusando do seu trabalho.

É o tal negócio, honestidade e bom senso todo mundo gosta.